quinta-feira, 8 de abril de 2010

Inquietudes (19) do Rei

Mandam as normas de etiqueta que não se deve falar palavrão. É feio. Convenhamos. Um palavrão bem falado, na hora certa, no contexto adequado e para os envolvidos na situação, relaxa tanto quanto uma sessão de massagem. Porém, o palavrão deve ter no mínimo três sílabas. Exemplo? "Mas que CA-RA-LHO! Parem com isso agora!" é muito mais forte que "Mas que PIN-TO! Parem com isso agora". O palavrão grande - um palavrãozão - oferece mais possibilidades de entonação, ênfase e dramatização que outros de tamanho mais curto.

OBS. Esse texto sofreu alterações depois da correção de um leitor anônimo. Ele ou ela anotou que eu errei ao classificar o caralho como proparoxítona, que na verdade é uma paroxítona. CA-RA-LHO!

4 comentários:

artigosemvalor disse...

a regra da exceção parece ser o C-U

Reinaldo C. Zanardi disse...

Olá Guilherme, na realidade o C-U está num contexto imperativo. O cidadão manda alguém ir para algum lugar. "Vai tomá no..." Por isso que essa sílaba tem força. Por causa do cuntexto. rs

Rodrigo Gutuzo - ehPARANÁ disse...

Olá,

parabéns pelo blog.

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estamos a disposição

abraço

Anônimo disse...

fantástico fotógrafo realístico.

que tal um comentário somente em proparoxítona