sábado, 21 de maio de 2011

O senso comum é comum

O senso comum não envolve, obrigatoriamente, inteligência intelectual e não está relacionado ao conceito e às definições de ser culto ou inculto. 

Neste sentido, o senso comum atinge pessoas de todas as classes sociais. Do mais simples ao intelectual, sem distinção.

Existe gente simples mais aberta ao novo, mais tolerantes às diferenças que muitos mestres e doutores. 

Aliás, muitos mestres e doutores reproduzem tanto o senso comum que se tornam herméticos, ou seja, fechados a vácuo.
 
O senso comum é uma praga porque seus adeptos reproduzem qualquer coisa sem refletir, sem pensar se vai afetar ou prejudicar esse ou aquele.

Os adeptos do senso comum falam porque ouviram dizer - até no telejornal da noite - e ainda batem no peito dizendo que têm opinião formada. 

O senso comum se reproduz na ignorância, ou seja, na falta de capacidade para admitir que existem outras possibilidades.

É nos dogmas religiosos que o senso comum se multiplica porque encontra terreno preparado para o plantio de crenças.

As crenças não são ruins, o problema é que muitas são manipuladas gerando preconceito, que tem como consequência a discriminação.

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