quarta-feira, 8 de junho de 2011

Era uma vez...

... uma cidade, digo um reino que, de tão tão tão distante, muitos acham que não existe.

O prefeito - digo Rei - que tudo comanda é um nobre de verdade.

Muito justo ele, não rouba nem deixa seus assessores - digo ajudantes reais - roubarem.

A primeira-dama - digo a rainha - é uma mulher nobre, digna e que não se mete nos assuntos do Rei.

Os secretários - digo ajudantes reais - são honestos e em falcatruas por moedas e carruagens do ano não se metem.

Na cidade - digo reino - tudo funciona.

O lixo separado pela população é reciclado e ajuda na renda dos recicladores - digo súditos - organizados.

A Guarda Municipal - digo Guarda Real - não bate nos súditos indefesos nem atira no próprio pé.

Os quiosques - digo tabernas - continuam abertos no centro do reino fazendo a alegria dos súditos.

A rede de saúde - digo curandeiros credenciados ao reino - presta serviço de excelência e não falta atendimento nem poção de cura.

O Programa Saúde da Família dos Súditos funciona bem com atendimento no domicíli e tudo; os curandeiros são reverenciados no reino.

Os conselheiros de saúde são conselheiros mesmos, nada de ratos à mesa do Grande Conselho.

O Ministério Público - digo a Ordem dos Cavaleiros de Justiça - nunca tem trabalho. Os cavaleiros cavam, cavam e nada de errado no reino encontram - nem uma propinazinha em moeda de ouro.

Era uma vez...

... uma cidade, digo um reino que, de tão tão tão distante, muitos acham que não existe.

Nenhum comentário: