O caso de vaidade explícita virou caso de polícia.
A indústria da cirurgia plástica conta com vários personagens.
A mulher do ego com deficiência.
O cirurgião plástico ganancioso.
A fábrica de produtos de silicone irresponsável.
A mídia orgástica com uma novidade de mercado supérflua.
O episódio que envolve a prótese de silicone francesa Poly Implant Protheses (PIP) é a prova cabal da indústria da estética que não mede consequências.
Até elas aparecerem e se mostrarem perversamente reais.
Silicone industrial nos peitos da classe média e da elite é caso de polícia.
Afinal, silicone industrial é coisa de travesti pobre que injeta pelo corpo com a ajuda de outra travesti, na casa dos fundos.
Quem imagina fraude em uma indústria internacional de um país europeu que troca a matéria-prima de suas próteses para lucrar mais?
Isso é coisa de corrupto do terceiro mundo que conta com o aval de governos igualmente corruptos.
Empresa de primeiro mundo é séria e respeita as normas sanitárias e de segurança para o bem de seus clientes.
Então tá!
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