domingo, 24 de março de 2013

Gente sem etiqueta

A Creide está inquieta com o comportamento das pessoas (ou pelo menos uma grande parte dela) nas tais redes sociais.

É que muita gente compartilha informações equivocadas, reproduzem outras fantasiosas e mentirosas e vão repassando coisas sem checar a fonte.

A Creide argumenta que muitos dizem não ter preconceito, mas quando reproduzem piadas, frases e outros de cunho preconceituosos fazem a manutenção do preconceito.

__É preciso quebrar a corrente, determina a Creide.

E, para ela, o Facebook é um dos espaços mais comprometidos com a liberdade de expressão e, muitas vezes, comprometido com a expressão distorcida.

Em nome dessa liberdade, muitos grupos destilam veneno e ódio. 

E o pior, muitos fazem isso usando o nome de Deus.

Mais em nome dos dogmas religiosos, menos em nome de Deus. 

Porque como diz a Creide.

__Deus é inocente! As pessoas não.

E por falar em inocência, a etiqueta do bom convívio e do respeito ao outro é rasgada diariamente nas redes sociais.

E o pior as pessoas nem se dão conta disso.


Em vez de debater ideias, debatem pessoas, desqualificando-as, acusando-as, xingando-as.

A isso a Creide chama de intolerância cibernética.

Outra coisa chama a atenção dela: a atitude de curtir no Face qualquer coisa, sem pensar duas vezes. 

Ela cita o caso de uma pessoa que comunicou aos amigos a morte de um parente.

No afã de agradar o comunicante, muitos pressionaram o botão curtir. 

Na prática, curtiram a morte do parente.

__Vê se pode? É muita gente sem noção, mesmo! E ainda existem os que se congratulam oferecendo seus sentimentos. Peraí! O coitado que perdeu o parente não deve aguentar os próprios sentimentos e ainda tem que receber o dos outros?! Ó mai Gódi.

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