domingo, 22 de dezembro de 2013

Inquietudes (193) do Rei

A justiça brasileira cada vez mais se mete nos assuntos do Legislativo e do Executivo. Barrar a tramitação de projetos no Congresso Nacional, anular decisões de deputados, senadores e impedir a revisão do IPTU (com aumento para uns e redução para outros), como no caso da Prefeitura de São Paulo, são exemplos de quem legisla e executa sem ter sido eleito pelas urnas. São magistrados sem eleição, sem representação, sem voto. Isso é um perigo para a independência dos poderes e, portanto, para a própria democracia.

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