quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Rosa, mas cinzento


Juiz do STF ataca a liberdade de expressão perseguindo seus críticos em redes sociais. 

Juiz gaúcho proíbe imprensa de registrar o voto de Dilma, mas FHC não recebe o mesmo tratamento da Justiça Eleitoral.

Juiz de primeira instância recebe aval do Tribunal Regional Federal para não cumprir a lei quando investiga quem não cumpre a lei.

Juiz que anulou o julgamento do massacre do Carandiru, condenou homem que roubou chocolates.

Para muitos, a escola deve ser partido, mas a população não se incomoda com a partidarização do Judiciário.

O retrocesso às garantias e às liberdades individuais se traveste de legalidade, sendo promovido também por quem deveria fazer cumprir a lei.

E vai piorar.

O Ministério Público - isso mesmo o MP - quer proibir manifestações contra Temer em colégio do Rio de Janeiro. 

Policias militares agridem manifestantes em eventos que defendem pautas da esquerda, mas tiram fotos com manifestantes quando o protesto é da direita

Jornalistas perdem o emprego por terem posições mais progressistas e menos conservadoras, em um setor - a imprensa - em que predomina o pensamento único.

O outro é rosa, mas 2016 continua cinzento.

Crédito da imagem: reprodução Ensinar História.

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